Tudo que tenho a dizer sobre Mad Max: Fury Road

Eduardo Nunes
Por Eduardo Nunes
19/05/2015

Eu amo Mad Max, o filme de 1979.  Gosto tanto do clássico de George Miller que, se a humanidade estivesse para acabar, engolida por uma colossal tempestade de areia entremeada de tornados múltiplos e relâmpagos medonhos, num daqueles adoráveis dias em que você, que anda meio de saco cheio do seu emprego de merda no Hemocentro, sobrevive ileso a uma colisão, a altíssima velocidade, do carro ao qual o seu pescoço estava acorrentado e depois, ao sair para uma caminhada, encontra um bando de supermodelos grávidas tomando banho de mangueira ao lado de um gigantesco caminhão-tanque que carrega mais ou menos metade de toda a gasolina que restou no mundo; well, se neste dia eu tivesse a chance de escapar do apocalipse e me fosse permitido levar apenas 10 filmes na minha mochila de salvação, definitivamente Mad Max, o de 1979, seria um dos filmes que eu salvaria.

Sobre Mad Max – Fury Road, o de 2015:

QUE BABOSEIRA.